Santo Alberto Magno
Doutor da Igreja
Padroeiro dos cientistas, estudantes e de quantos buscam conciliar fé e razão.
Alberto nasceu por volta de 1200, na região da Suábia, no sul da Alemanha, em família nobre ligada à cavalaria. Estudou na Itália e ingressou na Ordem dos Pregadores, os dominicanos, onde se dedicaria pelo resto da vida ao ensino da filosofia e da teologia em diversas cidades europeias, entre elas Colônia e Paris.
Tornou-se um dos maiores eruditos de seu tempo, com interesse que abrangia não apenas a teologia, mas também a física, a botânica, a astronomia e a mineralogia, disciplinas que estudou com método observacional incomum para a época. Foi mestre de Tomás de Aquino em Paris e em Colônia, e reconheceu desde cedo o talento excepcional de seu discípulo, que viria a tornar-se um dos maiores teólogos da história da Igreja.
Serviu por breve período como bispo de Regensburg, mas preferiu retornar à vida acadêmica assim que possível. Defendeu publicamente a ortodoxia das obras de Tomás de Aquino após a morte deste, quando ela foi contestada. Morreu em Colônia, em 1280, deixando vasta obra que ajudou a integrar o pensamento de Aristóteles à teologia cristã.
Canonização e culto
Foi canonizado e proclamado Doutor da Igreja em 1931 pelo papa Pio XI, que também o declarou padroeiro dos cientistas.
Atributos e devoção
- Hábito dominicano
- Livro e instrumentos científicos
- Báculo episcopal
- Estrela
Oração a Santo Alberto Magno
Santo Alberto Magno, que soubestes unir com sabedoria a busca da ciência e a contemplação da fé, alcançai para os estudiosos de hoje a humildade de reconhecer, na criação, os sinais do Criador. Ensinai-nos que a razão bem exercida não se opõe à fé, mas a ela conduz. Amém.
Também celebrados em 15 de novembro
Fontes: Martirológio Romano; Vatican News.